Há poucos anos, nos EE.UU, em escolas que atendiam crianças de todas as origens e nacionalidades, inclusive americanas, as asiáticas – principalmente japonesas e chinesas – tinham maior desempenho e melhor desenvolvimento.
Foram buscar as razões e descobriram que os pais das asiáticas dedicavam todo dia um tempo para acompanhá-las e orientá-las nos estudos e exercícios.

A escola é, principalmente, agência para ensinar, instruir. Complementa a educação na parte de socialização, focada na convivência e tolerância com os diversos, a vida na coletividade, com respeito, autodisciplina, disciplina, responsabilidade.
Mas, a parte da educação individual – bons hábitos, seriedade, autocontrole, respeito, crença, procedimentos morais e éticos, definição e posicionamento diante de mudanças e conceitos sociais e outras qualidades pessoais – são tarefas e responsabilidades dos pais e da família. Em síntese: fundamentalmente, a escola ensina e instrui; a família educa; as duas se complementam e ajudam.

Na escola, se ensina, se apreende, se compreende. Mas, se aprende, estuda e se fixa o apreendido, com estudo, exercícios e treinamento constantes. Também, se forma o hábito de estudar sempre para aprender de fato e avançar. Esta tarefa é, inegavelmente, dos pais e da família.

As crianças e os jovens precisam entender que todos têm uma obrigação e responsabilidade. e os deles são estudar bem, sempre.

Até nas atividades físicas, os atletas de ponta e medalhistas são aqueles que mais se empenham, mais treinam, mais exercem e aperfeiçoam suas atividades.

Fora disso, só os gênios. Porém, gênio é raridade.

A conclusão natural é a de que o bom aprendizado, a fixação e desenvolvimento de cada um dependem da dedicação, da execução de tarefas e exercícios, de estudos realizados constante e metodicamente fora das aulas e da escola. É o famoso dever de casa ou, em outra linguagem, o extraclasse.

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